segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Os Manuscritos, o Rei Herodes e o Mar Morto.

A minha viagem a Israel foi fantástica. Pegamos um carro com um guia que falava português, da empresa de viagens Amiel Tours Ltd.
Fomos para Qumram onde acharam os Manuscritos. Os Essênios moravam lá ha mais de 2.000 atrás. Nesses manuscritos já havia dados sobre terras, impostos, arquitetura e sobre a pequena população que morava perto do Mar Morto. Temos que lembrar, que poucas pessoas sabiam escrever, e tinham que ser muito precisos e não errar em seus "papeis", que eram feitos de pele de carneiros. Quando um garoto perdeu uma de suas ovelhas, para chamar a atenção, jogou uma pedra para espanta-la de onde estava. Essa pedra quebrou algo, que fez um barulho diferente. O garoto foi até lá, para ver o que era, e achou potes de barro, cheio de manuscritos. Grande descoberta arqueológica, dentro de buracos numa montanha desértica, em 1947.
Fomos para Masada, ver o palácio do Rei Herodes, onde existem lugares de armazenagem de água que eram captadas por canais até os buracos das paredes enormes dessa fortaleza. Com canos, que ficam cada vêz menores para dar vazão à água, que ia até enormes caixas, Herodes tinha fantásticas casa de banho frio e quente. Nesse lugar, se aprende sobre os defensores judeus, que lutaram por quase três anos contra a invasão romana de Flavius, escolheram o suicídio para ficarem livres da escravidão que viriam a ter com essa conquista romana. A vista do lugar é incrível, e essa é uma das maiores obras feitas por Herodes.
O Mar Morto fica a 450 metros abaixo do nível do mar, e suas àguas vem do Rio Jordão, e fica no meio das montanhas da Jordânia e Israel. Como tem 10% de sal a mais que o mar, não existe vida náutica. A lama que é retirada das bordas, é usada para uso medicinal e beleza. Em volta do mar Morto, que está secando com o passar dos anos, existem vários hotéis para estética e qualidade de vida para pessoas que precisam tratar de alguma doença. Entrando nas águas do Mar Morto, sente-se na pele o sal, e se tiver uma ferida qualquer, vai arder muito. A água é densa, e deve-se andar de chinelos para não machucar os pés. As águas são tranquilas, e atrás, as montanhas da Jordânia que são lindas. Vamos ver as fotos que fiz, desses lugares mágicos.
Qumram e suas montanhas, onde dentro de grutas, estavam os Manuscritos.

Uma das grutas na montanha em Qumram.

O guia, Mauricio Vianna e José Luiz Ribeiro da Elite Magazine, fazendo matéria.

O teleférico para a fortaleza de Heródes.

Uma das entradas da fortaleza de Herodes.

A vista fantástica do Mar Morto, e as montanhas da Jordânia.

Um dos quartos da fortaleza.

Uma decoração de milênios. 

Cléo Ickowics, Mauricio Vianna e José Luiz Ribeiro.

Numa das janelas, a vista do Mar Morto, e as montanhas da Jordânia.

Mauricio Vianna e José Luiz Ribeiro numa das portas dos vários quartos de Herodes.

O guia explicando a área na maquete do grande palácio de Herodes.

Uma das decorações.

Embaixo, o lugar onde os romanos acamparam antes de invadir o local.

A maquete de como era a fortaleza.

Um dos pisos de mosaicos.

Um dos pisos.

Na maquete, como eram os quartos de banho.

As áreas dentro do palácio de Heródes.

Os pisos, colunas, por onde a água passava para resfriamento. 

Engenharia inacreditável, com várias camadas de materiais, para a áqua esfriar.

Engenharia fantástica de 2.000 anos.

Detalhe de como eram os materiais usados para que a água passasse, e esfriasse.

Na maquete, os canais de água, que eram captados das montanhas vizinhas.

A vista de cima da fortaleza de Heródes.

Os canais, e a passagem que foi construída para a invasão. Como os romanos usavam escravos judeus, os judeus que estavam morando na fortaleza, não podiam matar seus próprios semelhantes. Essa passagem foi construída em 3 anos. E os moradores optaram pelo suicídio, para se libertarem da escravidão romana. Os romanos tomaram o lugar, ficaram algum tempo, e destruíram.

As montanhas vizinhas, e os canais de captação de água.

Uma das primeiras Mesquitas, construídas na fortaleza.

O fantástico mosaico, com desenhos geométricos que representam a água.

Em cima, é um lugar enorme.

As canaletas gigantescas, e os buracos de captação de água da fortaleza de Heródes.

O lugar que armazenava a água captada.

O Mar Morto, com as montanhas da Jordânia ao fundo.

A transparência das águas do Mar Morto.

Uma das imagens de um fim de tarde no Mar Morto, com o sol nas montanhas da Jordânia.



O passeio no camelo desse simpático senhor árabe.

Rubem Duailibi andando de camelo.

Os colares que comprei do senhor árabe, que estava com o camelo, e as montannhas de Israel.

Rubem Duailibi, e o "beijo"do Camelo.

Rubem Duailibi no Mar Morto.

Rubem Duailibi no Mar Morto, a 450 metros abaixo do nível do mar. 

O sal do mar Morto.

Uma das minhas imagens do Mar Morto. Um lugar mágico para se visitar.

Rubem Duailibi tirando fotos no Mar Morto, para a Elite Magazine.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Entrevista de Ronnie Von com Rubem Duailibi. Arqueologia Mecânica

Rubem Duailibi é entrevistado por Ronnie Von, no Programa Todo Seu. 
Ronnie Von apresentou como pauta em seu programa de TV, 
o livro Arqueologia Mecânica de Rubem Duailibi.


O complexo de Museus, em Israel.

Um dos passeios que tem que ser feito, é a visita ao Museu de Israel. Logo na entrada, tem uma maquete em escala, de como eram as construções a milênios atrás. As casas, palácios, muralhas, e em cada lado uma história fascinante. Israel tem muitas histórias de conquistas, e culturas diferentes que tomaram conta dos locais por centenas de anos.
Outro museu que visitamos, foi o o Holocausto chamado Yad Vashem. A sua construção é uma obra sufocante: É como se o prédio onde estão expostas todas as horríveis lembranças da Segunda Guerra Mundial, se fechasse num enorme tubo de concreto, para se abrir  numa vista para o céu. O arquiteto que projetou, leva as pessoas à mesma impressão que os prisioneiros tinham: Sufoco. Quando você visita um lugar assim, entende que um líder imbecil, pode prejudicar milhares de sêres humanos e mudar toda história mundial! Esse museu é muito importante, e tem milhares de documentos, fotos, filmes, testemunhos de famílias desaparecidas, e muitas que sobreviveram ao Holocausto. Mesmo com autorização para fotografar, dentro do museu é absolutamente proibido. Saindo de lá, voltamos de carro à cidade. Vamos às fotos!
Na entrada do Museu de Israel, a enorme maquete de como era a cidade.

Os detalhes da cidade, e em cada lugar, uma história.

As muralhas, torres, e o palácio em cima. Obras em diferentes épocas.

 José Luiz Ribeiro e Cléo Ickovics ouvem a explicação do guia Zvi Harpaz, em português.

A fantástica maquete, em escala, por cima.

A cidade por dentro, com muitos muros, separando cada casa.

As muralhas com as torres.

O complexo arquitetônico interno da cidade.

Nas fotos abaixo, outros ângulos da cidade de Jerusalém.



Um busto Romano.

Um busto Romano, feminino.

 Um busto Romano de uma mulher vestindo uma Toga. 4º century.

Cada árvore plantada no Museu do Holocausto Yad Vashem, tem uma homenagem.

O final do museu, como se fosse um tubo sufocante, com saída para o céu!

O complexo do Museu do Holocauto.

A entrada do museu Yad Vashem.

A antiga Jerusalém.

Rubem Duailibi e o editor da revista Elite Magazine José Luiz Ribeiro e as Torres de Davi.

A vista de Jerusalém. Israel é impressionante com as misturas de religiões e culturas.